Ana Hickmann se manifesta após bloqueio judicial de veículos de sua empresa

A apresentadora Ana Hickmann voltou a ser alvo de atenção jurídica nesta semana, após a Justiça de São Paulo determinar o bloqueio de veículos registrados em nome da empresa Hickmann Serviços. A medida cautelar, que visa garantir o pagamento de uma dívida estimada em R$ 117 mil, trouxe novamente à tona os desdobramentos financeiros decorrentes do período em que a companhia era gerida por seu ex-marido, Alexandre Correa.

Defesa aponta gestão anterior como origem da dívida

Em nota oficial enviada à imprensa, a equipe jurídica que representa a apresentadora esclareceu que a origem da cobrança remonta a um período em que a administração da empresa estava sob responsabilidade exclusiva de Alexandre Correa. Segundo os advogados, a responsabilidade pelo débito não deveria recair sobre Ana Hickmann, que alega desconhecer as operações financeiras que resultaram na emissão dos cheques sem fundos.

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A defesa tem questionado ativamente os valores apresentados na ação, bem como o cálculo dos juros aplicados. Os representantes da apresentadora informaram que solicitaram a realização de perícias técnicas e a produção de outras provas para elucidar a origem dos débitos, contudo, tais pedidos foram indeferidos pelas instâncias judiciais. Os advogados reforçaram que a decisão atual não encerra o litígio e que continuarão a explorar todas as vias legais disponíveis para contestar a cobrança.

O histórico do processo e a decisão judicial

O imbróglio jurídico teve início em 2023, quando a empresa Hickmann Serviços emitiu três cheques em favor de um empresário. Os títulos de crédito, contudo, foram devolvidos pelas instituições bancárias por falta de provisão de fundos. O caso ganhou contornos mais complexos após o divórcio do casal, oficializado em dezembro de 2023, meses após a apresentadora denunciar o ex-marido por violência doméstica.

Embora a defesa sustente que Ana Hickmann não assinou os cheques e não tinha ciência das transações, o entendimento do Judiciário foi diferente. A Justiça compreendeu que, na qualidade de sócio administrador à época da emissão dos títulos, Alexandre Correa detinha plenos poderes para representar a empresa, tornando a pessoa jurídica responsável pelo cumprimento da obrigação financeira.

Bloqueio de ativos e próximos passos

A determinação judicial incide diretamente sobre o patrimônio da empresa, especificamente sobre uma frota de veículos. Caso o montante de R$ 117 mil não seja quitado, os bens poderão ser submetidos à penhora para satisfazer o credor. A lista de veículos bloqueados inclui:

  • Toyota Hilux
  • Renault Kwid Life
  • Volkswagen Saveiro
  • Fiat Toro
  • Motocicleta Yamaha Factor

É importante ressaltar, conforme apurado pelo portal Tribunal de Justiça de São Paulo, que o processo tramita na esfera cível. Portanto, não há qualquer risco de prisão para a apresentadora, uma vez que a legislação brasileira não prevê detenção por dívidas desta natureza. Com o esgotamento das possibilidades de recurso quanto ao mérito da ação, a estratégia da defesa deve se concentrar em contestar o bloqueio dos bens e, possivelmente, ingressar com uma ação de regresso contra o ex-marido para reaver os prejuízos causados à empresa.

O Giro da Fofoca segue acompanhando de perto os desdobramentos deste caso, trazendo sempre a informação apurada e o contexto necessário para que você entenda os fatos que movimentam o cenário das celebridades. Continue conosco para atualizações sobre este e outros temas relevantes do mundo do entretenimento e da justiça.

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