Equipe de reportagem da Ric Record escapa por centímetros de atropelamento no Paraná
O exercício do jornalismo em campo, especialmente na cobertura de acidentes rodoviários, impõe riscos constantes aos profissionais de imprensa. Na última quinta-feira (18/06), a repórter Carolina Barufatti e o cinegrafista Daniel Bezerra, da Ric Record Oeste, afiliada da Record no Paraná, vivenciaram momentos de tensão extrema ao quase serem atingidos por um veículo enquanto trabalhavam em uma rodovia.
jornalismo: cenário e impactos
O perigo iminente nas rodovias brasileiras
A equipe estava posicionada para registrar os desdobramentos de uma ocorrência de trânsito quando a dinâmica do local mudou subitamente. Um motorista, ao reduzir a velocidade para observar o acidente, realizou uma manobra de retorno inesperada. A ação forçou outro condutor a desviar bruscamente, fazendo com que o automóvel passasse a poucos centímetros dos profissionais.
O susto foi imediato e registrado pela própria equipe. Em um vídeo exibido posteriormente no programa Balanço Geral, é possível ouvir a reação de espanto de Carolina Barufatti no momento em que o carro invade o espaço onde eles estavam. O apresentador Guilherme Rivaroli, ao comentar as imagens no estúdio, enfatizou a gravidade da situação, destacando que o desfecho poderia ter sido trágico.
Segurança e protocolos de cobertura
Conforme informações divulgadas pela emissora, a equipe seguia todos os protocolos de segurança exigidos para coberturas externas. O trecho da rodovia estava devidamente sinalizado, contando com a presença de uma viatura policial e o veículo da própria emissora, que permanecia estacionado com o pisca-alerta ligado para alertar os demais motoristas sobre a presença de pessoas na via.
Mesmo com toda a sinalização preventiva, o fator humano e a imprudência de terceiros colocaram a vida dos jornalistas em risco. Para Daniel Bezerra, cinegrafista com mais de 20 anos de carreira, o episódio foi inédito em sua trajetória profissional. O veterano relatou que, apesar da longa experiência em coberturas de risco, nunca havia passado por uma situação de perigo tão iminente.
Repercussão e o cotidiano da profissão
Após o incidente, que felizmente não resultou em feridos, a repórter Carolina Barufatti utilizou suas redes sociais para comentar o ocorrido. Em uma publicação sucinta, ela resumiu o sentimento de alívio após o quase atropelamento com a palavra: “Livramento!”. O caso reacende o debate sobre a vulnerabilidade de equipes de reportagem que atuam em rodovias, muitas vezes expostas à distração e à falta de atenção de condutores que passam pelos locais de ocorrências.
O episódio serve como um lembrete sobre a importância da atenção redobrada em trechos onde há movimentação de equipes de resgate e imprensa. O Giro da Fofoca segue acompanhando os bastidores da televisão brasileira e os fatos que marcam o dia a dia dos profissionais da comunicação. Continue conosco para se manter informado com credibilidade, variedade de temas e o compromisso com a notícia de qualidade.
Para mais detalhes sobre as normas de segurança em rodovias, consulte o portal oficial da Polícia Rodoviária Federal.



Publicar comentário