Aos 24 anos, Nina Galiotte celebra ascensão meteórica e rotina no SBT durante a Copa

Uma trajetória marcada pela versatilidade

Aos 24 anos, a jornalista Nina Galiotte vive um dos momentos mais significativos de sua carreira ao integrar a equipe de cobertura da Copa do Mundo 2026 pelo SBT. Formada pela Faculdade Cásper Líbero em 2023, a profissional trilhou um caminho rápido e intenso no mercado esportivo. Antes de chegar à emissora de Silvio Santos, Nina acumulou passagens por veículos de peso, como Rádio Bandeirantes, CNN Brasil e ESPN Brasil, além de uma experiência inicial como estagiária na TV Gazeta.

Essa vivência em diferentes redações permitiu que ela desenvolvesse uma habilidade multifacetada, atuando simultaneamente na reportagem, produção, comentários e apresentação. Em entrevista exclusiva ao Notícias da TV, a jornalista descreve esse período como uma fase de muito aprendizado e “ralação”, que serviu de base para os desafios que enfrenta hoje na televisão aberta.

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O convite inesperado e a adaptação ao SBT

A chegada de Nina ao SBT ocorreu após um convite de Tiago Galassi, diretor de Esportes da emissora. A jornalista admite que, inicialmente, não tinha dimensão da importância do cargo ocupado por ele. O processo de contratação foi ágil, exigindo uma rápida tomada de decisão que a tirou de sua zona de conforto na Rádio Bandeirantes. Desde que ingressou no canal, há um ano, ela tem se destacado pela postura proativa, atuando tanto nas reportagens de campo quanto em participações nas mídias sociais e como comentarista.

A adaptação não foi isenta de batismos de fogo. Logo em sua primeira semana de trabalho, Nina foi escalada para cobrir um clássico entre Palmeiras e Corinthians em Itaquera. Sob temperaturas baixas e a pressão do primeiro ao vivo, ela superou o nervosismo inicial e a falta de experiência com o teleprompter, consolidando seu espaço na equipe de esportes da emissora.

A experiência da Copa e o clima nos bastidores

Para a repórter, o ambiente de trabalho no SBT é comparável a uma “Disney”. Ela descreve o cotidiano na sede da Anhanguera como um misto de profissionalismo e leveza, onde é comum encontrar elementos icônicos da história da televisão brasileira, como a famosa banheira do Gugu. Esse clima descontraído, segundo ela, é um diferencial que torna o ambiente único em comparação a outras empresas do setor.

Durante a cobertura da Copa do Mundo, Nina teve a oportunidade de interagir com grandes nomes do jornalismo esportivo, incluindo uma menção ao vivo feita por Galvão Bueno. Embora o projeto de transmissão do Mundial com a N Sports não estivesse desenhado quando ela foi contratada em agosto de 2025, a jornalista abraçou as novas demandas com entusiasmo, participando inclusive de dinâmicas inusitadas em programas como o Primeiro Impacto. Para ela, o momento é de celebração e aprendizado contínuo.

Acompanhe o Giro da Fofoca para ficar por dentro das trajetórias dos novos talentos da comunicação e os bastidores das grandes coberturas esportivas. Nossa equipe segue comprometida em trazer informações relevantes, atualizadas e com o contexto que você precisa para entender os principais acontecimentos do cenário nacional.

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